domingo, 11 de dezembro de 2011

G218

Diaboliel (Diabólica Santidade)

A luz tomada pelas trevas
Puritanismo Católico caindo
Castidade lameada em dejetos
Divina podridão humana
Igreja desmoronando nos desejos mórbidos
Angelicalmente maligno sórdido
Santa inquisição contra as bruxas
E agora diabólica santidade contra as crianças

Tiago Alves Pereira (06-11-10)

G217

CÉU ABERTO



Noites escuras
Céu aberto
Coração humano
Amando e sofrendo

Passos na escada
Pessoas vão e vem
Medos e distúrbios
Sozinho e confuso

Assim é o caminho
De quem escolheu
Viver uma vida escondido
Atrás do escuro, no vazio
Com tanta insegurança.

Noites escuras
Céu aberto
Vento a soprar

Faça sua escolha
Tente acertar
Mas se no final errar
Não desanime
Prossiga enfrente meu amigo


BARBARA SAMIRA RODRIGUES ( 12/12/2010)

G216

O Suco dos Ursinhos Gummy é Pinga com Groselha

No reino de Glumi Glen
Debaixo da floresta de Dunwyn
Lutando contra os inimigos
Saltitando nos perigos
Guardando a sete chaves
O suco e seus milagres
De poder sempre tomar
Para voar e saltitar

O Suco dos Ursinhos Gummy é Pinga com Groselha


Tiago Alves Pereira (14-12-10)

G216



G215

A Escuridão Raiou

Entre as luzes dos postes acesas
Minhas sombras nas correntes presas
Tento me libertar sentado nas calçadas
Refletindo na brisa das madrugadas
O silêncio são os gritos dos poetas
Que na noite surda ondula em retas
Enquanto você faz a sua vida na luz
As trevas é o caminho que me conduz

A Escuridão Raiou OUOUOUOUOU!!!!!
A Escuridão Raiou OUOUOUOUOU!!!!!

Tiago Alves Pereira (01-12-10)


G214

Bardo Urbano

Andarilho das ruas sujas
Decifrador das fases da lua
Caminho de ferro e cimento
Nômade que olha o céu cinzento
Que observa o andar da correria
E escreve correndo sua vida
Desliza pelas cordas a sua fala
A história que se repete e nunca passa

Bardo urbano contando as histórias
Da selva de concreto

Tiago Alves Pereira (13-12-10)

G214

Bardo Urbano

Andarilho das ruas sujas
Decifrador das fases da lua
Caminho de ferro e cimento
Nômade que olha o céu cinzento
Que observa o andar da correria
E escreve correndo sua vida
Desliza pelas cordas a sua fala
A história que se repete e nunca passa

Bardo urbano contando as histórias
Da selva de concreto

Tiago Alves Pereira (13-12-10)