sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

G275

Entre a amizade e o Amor


Neste mundo tão confuso
Encontrei alguém
Especial, tão diferente
Que me faz tão bem.

Pensamentos divergentes
Mais isso é banal
Comparado com o sentimento
Profundo e real.... amigo.


É assim
Você em minha vida
Me ensinando que é
Possível sonhar.

É assim
Você na minha vida
Caminhando lado  a lado
Comigo... meu amigo...

O vento frio balança as cortinas do meu quarto
Estou só... nessa imensidão
Meus pensamentos num turbilhão...
Minha historia começa e termina
No mesmo instante que conheci você.

Tudo se confundi...
O vermelho parece preto
O vento frio balança as cortinas do meu quarto
Estou só... nessa imensidão

As perguntas flutuam
Num êxtase de entendimento
Sem fim... sem solução

Tudo que era fácil
Se torna difícil
O vento frio balança as cortinas do meu quarto
Estou só... nessa imensidão


Bárbara Samira Rodrigues (19/12/2010)

G274

Gênio das Trevas lúgubres  (Augusto dos Anjos )


Gênio das trevas lúgubres, acolhe-me,
Leva-me o esp’rito dessa luz que mata,
E a alma me ofusca e o peito me maltrata,
E o viver calmo e sossegado tolhe-me!
Leva-me, obumbra-me em teu seio, acolhe-me
N’asa da Morte redentora, e à ingrata
Luz deste mundo em breve me arrebata
E num pallium de tênebras recolhe-me!
Aqui há muita luz e muita aurora,
Há perfumes d’amor - venenos d’alma -
E eu busco a plaga onde o repouso mora,
E as trevas moram, e, onde d’água raso
O olhar não trago, nem me turba a calma
A aurora deste amor que é o meu ocaso!

G273

AS FADAS


Vi seis mulheres cagando
Lá na beira da estrada.
Cagando e peidando
Com fedor e barulhada.
 
Todas as seis de cus de fora
Donde saiam as bostas.
As mulheres eram lindas,
E estavam todas de costas.
 
Enquanto cagavam sorrindo
Elas contavam piadas
De metidas, de trepadas,
E davam muitas risadas.
 
Uma delas disse alto:
“Gosto muito de cagar
A bosta sai do meu cu
Dá um prazer de arrepiar”.
 
E lá ficaram as seis,
Cus de fora e bucetas,
Cagando na beira da estrada.
E os homens tocando punheta.
 
Passaram-se muitos anos,
E eu voltei àquela estrada,
Nunca mais vi as mulheres,
Todas elas eram fadas.

Rodolpho, Julho, 16, 2007.

G273

AS FADAS


Vi seis mulheres cagando
Lá na beira da estrada.
Cagando e peidando
Com fedor e barulhada.
 
Todas as seis de cus de fora
Donde saiam as bostas.
As mulheres eram lindas,
E estavam todas de costas.
 
Enquanto cagavam sorrindo
Elas contavam piadas
De metidas, de trepadas,
E davam muitas risadas.
 
Uma delas disse alto:
“Gosto muito de cagar
A bosta sai do meu cu
Dá um prazer de arrepiar”.
 
E lá ficaram as seis,
Cus de fora e bucetas,
Cagando na beira da estrada.
E os homens tocando punheta.
 
Passaram-se muitos anos,
E eu voltei àquela estrada,
Nunca mais vi as mulheres,
Todas elas eram fadas.

Rodolpho, Julho, 16, 2007.

G272

Assassinos de Pop Stars

A mídia quer dizer o que eu devo fazer
Como devo agir, consumir e ser
Mais essa idéia de controle de massa
Não me traz e representa  ameaça
Mais eu não quero te ouvir e nem te ver
E você está sempre no meu rádio e na minha TV
Isso me irrita e me estressa
Então terei que apagar a sua estrela

Assassinos de Pop Stars
Assassinos de Pop Stars

Tiago Alves Pereira (17-03-11)

G271

Soco na Cara

Você tenta esconder a parte animal
Mais você tem esse instinto do mal
Não adianta ele desprezar
Quando o sangue subir na cabeça
Você com certeza vai ter que mostrar
Quanto mais você tentar
Mais você não consegue parar

È música pesada
É muita porrada
É soco na cara

Tiago Alves Pereira (25-02-11)

G271

Soco na Cara

Você tenta esconder a parte animal
Mais você tem esse instinto do mal
Não adianta ele desprezar
Quando o sangue subir na cabeça
Você com certeza vai ter que mostrar
Quanto mais você tentar
Mais você não consegue parar

È música pesada
É muita porrada
É soco na cara

Tiago Alves Pereira (25-02-11)