segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

G280

Rock em Você (Roll em Mim)

Rock n Roll é a minha vida
Sempre estarei nessa trilha
É o lema que eu sempre sigo
Não quero mais caminhar sozinho
Quero que você seja minha guitarra
Minha eterna amiga e namorada

Rock em Você
Roll em Mim
Rock em Você
Roll em Mim
Roll em Você
Rock em Mim
Roll em Você
Rock em Mim

Tiago Alves Pereira (28-03-11)

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

G278

Não Chore (Dont Cry- (Guns Roses)

Fale comigo suavemente
Há algo em seus olhos
Uma tristeza na mente
E por favor não chore
Já passei por isto
E sei como se sente
Algo está mudadando
E você não compreende?

Não chore mais essa noite
Ainda te amo, baby
Não chore mais essa noite
Não chore mais essa noite
Ainda penso em você
Não chore mais

Me de um sussurro
E um beijo
E me de um suspiro
Antes de dizer Adeus
Não leve isso a sério
E não se magoe
Continuarei pensando
Em nossos momentos
Adaptação para português- Tiago Alves Pereira (18-03-11)

G276

O Fechar Das Cortinas

As cortinas vão se fechar, fechar, fechar
A loucura sempre será, será, será

Tudo começou aqui
Em abril de dois mil
Idéias boas e poéticas
Nas escritas psicodélicas
Onde Gmonos moldam
Opostos que se entendam
No estilo bardo e violão
Loucas viagens em desafinação
Do alegre ao sinistro
Essa a filosofia do Gnomismo

As cortinas vão se fechar, fechar, fechar
A loucura sempre será, será, será

Tiago Alves Pereira (14-03-11)

G275

Entre a amizade e o Amor


Neste mundo tão confuso
Encontrei alguém
Especial, tão diferente
Que me faz tão bem.

Pensamentos divergentes
Mais isso é banal
Comparado com o sentimento
Profundo e real.... amigo.


É assim
Você em minha vida
Me ensinando que é
Possível sonhar.

É assim
Você na minha vida
Caminhando lado  a lado
Comigo... meu amigo...

O vento frio balança as cortinas do meu quarto
Estou só... nessa imensidão
Meus pensamentos num turbilhão...
Minha historia começa e termina
No mesmo instante que conheci você.

Tudo se confundi...
O vermelho parece preto
O vento frio balança as cortinas do meu quarto
Estou só... nessa imensidão

As perguntas flutuam
Num êxtase de entendimento
Sem fim... sem solução

Tudo que era fácil
Se torna difícil
O vento frio balança as cortinas do meu quarto
Estou só... nessa imensidão


Bárbara Samira Rodrigues (19/12/2010)

G274

Gênio das Trevas lúgubres  (Augusto dos Anjos )


Gênio das trevas lúgubres, acolhe-me,
Leva-me o esp’rito dessa luz que mata,
E a alma me ofusca e o peito me maltrata,
E o viver calmo e sossegado tolhe-me!
Leva-me, obumbra-me em teu seio, acolhe-me
N’asa da Morte redentora, e à ingrata
Luz deste mundo em breve me arrebata
E num pallium de tênebras recolhe-me!
Aqui há muita luz e muita aurora,
Há perfumes d’amor - venenos d’alma -
E eu busco a plaga onde o repouso mora,
E as trevas moram, e, onde d’água raso
O olhar não trago, nem me turba a calma
A aurora deste amor que é o meu ocaso!

G273

AS FADAS


Vi seis mulheres cagando
Lá na beira da estrada.
Cagando e peidando
Com fedor e barulhada.
 
Todas as seis de cus de fora
Donde saiam as bostas.
As mulheres eram lindas,
E estavam todas de costas.
 
Enquanto cagavam sorrindo
Elas contavam piadas
De metidas, de trepadas,
E davam muitas risadas.
 
Uma delas disse alto:
“Gosto muito de cagar
A bosta sai do meu cu
Dá um prazer de arrepiar”.
 
E lá ficaram as seis,
Cus de fora e bucetas,
Cagando na beira da estrada.
E os homens tocando punheta.
 
Passaram-se muitos anos,
E eu voltei àquela estrada,
Nunca mais vi as mulheres,
Todas elas eram fadas.

Rodolpho, Julho, 16, 2007.

G273

AS FADAS


Vi seis mulheres cagando
Lá na beira da estrada.
Cagando e peidando
Com fedor e barulhada.
 
Todas as seis de cus de fora
Donde saiam as bostas.
As mulheres eram lindas,
E estavam todas de costas.
 
Enquanto cagavam sorrindo
Elas contavam piadas
De metidas, de trepadas,
E davam muitas risadas.
 
Uma delas disse alto:
“Gosto muito de cagar
A bosta sai do meu cu
Dá um prazer de arrepiar”.
 
E lá ficaram as seis,
Cus de fora e bucetas,
Cagando na beira da estrada.
E os homens tocando punheta.
 
Passaram-se muitos anos,
E eu voltei àquela estrada,
Nunca mais vi as mulheres,
Todas elas eram fadas.

Rodolpho, Julho, 16, 2007.