quarta-feira, 6 de julho de 2011

G102

Hare Krishna (Em busca do Nirvana)

Somos adoradores de Krishna
O Deus azul tocador de flauta
Somos a favor da paz e não da arma
Somos corpo que virará karma
Somos vegetarianos e a favor do verde
E vivemos atrás do conhecimento

Hare, Hare, Hare Krishna
Em busca de Nirvana

Tiago Alves Pereira (18-05-10)

G102

Trovador Desafinado

Vamos viajar na rima dessa canção
Não toca guitarra, viola nem violão
Meu nome é Ursão o rei da desafinação
Jogo um sol sustenido na escuridão
Faço você viajar pelo planeta
Arrebento corda e quebro paleta
Mais só quero que todos compreendem
O que só os loucos entendem

Larararararara
Lararararueeeeeee

Eu sou Trovador Desafinado
Espero que entendam minha mensagem

Tiago Alves Pereira (19-05-10)

G101

Defensores da Natureza


Malditos lenhadores que serram
Mais nunca reflorestam
Onde vamos acampar
E nossas cabanas arrumar
Exploradores são capetas
Que matam a mãe natureza
Tio Sam pode sair fora
A Amazônia é nossa

Gnomos
Defensores da natureza

Tiago Alves Pereira (20-05-10)

G100

Tribos
(Black Metals, Punks, Anti- Cristos, Presepas, Estrelinhas do Norte, Punkecas e New Generations)


“A cena Underground varginhense começou oficialmente no carnaval de 1993, quando uma aglomeração de poucos gatos pingados tentando fugir do samba, se abrigavam sob o crucifixo da Praça Getúlio Vargas.” (Dados retirados do Fanzine Metal Musika)
Com o surgimento da cena, surgiram as bandas e conseqüentemente surgiram as tribos. Começou com Metaleiros e Punks que depois foi se dividindo em novas tribos.
Sempre curti metal mas nunca fiz parte de nenhuma tribo, mesmo quando freqüentei o ensaio da banda Morbidoom em 2.002, onde os Black Metals se reuniam. Na época em que começei a entrar na cena em 1997, haviam os Punks, os Metaleiros Moderados e os Metaleiros Radicais chamados de Black Metals, deste último grupo sairia outra tribo, os Anti- Cristos.
Os Anti- Cristos ou a Guangue de Preto, como ficaram mais conhecidos pela população, surgiram em 1998, onde pregavam uma ideologia de ódio, violência e vandalismo, deixando as outras tribos e as pessoas que curtiam metal mal vistas pela população, guangues locais e principalmente pela polícia. Foi a pior época para os metaleiros que não podiam colocar a camiseta de sua banda preferida para sair nas ruas. Isso resultou em um manifesto na rádio, em que alertavam as pessoas e as autoridades para não confundirem
os metaleiros em geral com os Anti- Cristos, pois andar de preto não significava concordar com os atos absurdos que eles faziam. Mas eles não duraram muito, no mesmo ano após uma briga, o líder dos Anti- Cristos assassina um rapaz e é preso, isso deu fim a guangue e tudo voltou ao normal.
Após essa fase negra do metal, apareceram novas tribos entre elas os Presepas e os Estrelinhas do Norte, na verdade os dois grupos fazem parte da mesma tribo, a diferença é que os Estrelinhas do Norte são mais comportados e os Presepas são mais bagunceiros, isso se nota nos ônibus das excursões e nas garrafas de tubão a mais.
Depois foi a vez dos Punks ganharem uma nova tribo, apareceram as Punkecas, que são as menininhas que usam coturnos All- Stars e dizem gostar de Punk Rock, mas na verdade dizem que elas não gostam nada, só fazem pose.
Mas recentemente surgiram os New Generations ou melhor a nova geração do metal, são garotos e garotas que estão descobrindo o Underground agora, conhecendo as bandas, o tubão e todo o estilo de vida do metal.


(Tiago Alves Pereira 17-04-2.006)

G99

Pensamentos- Parte 2
(Gnomurso o poeta louco)


Dizem que a diferença entre os humanos e os outros animais é a inteligência
Mas será que a inteligência é disfarçar os sentimentos diante dos outros?
Vestir máscaras sociais e ser aquilo que não é e que nunca vai poder ser?
São sempre perguntas difíceis de responder, mas fáceis de resolver
A insanidade é sempre pura, mas a inteligência pode ser pura ou doentia
sacrificamos nossos irmãos animais para satisfazermos nossa fome
mas os humanos pensariam da mesma forma se fossem uma vaca?
Deus nos deu a terra para nos saciarmos sem precisar da carne morta
mas os humanos são seres inteligentes que não vivem sem a carnificina
os animais são apenas simples sacrifícios para nossos nojentos estômagos
que se alimenta da inteligência eternamente superior de seu querido dono
Já nascemos sanguinários desde de o ventre materno
Nascemosmos bebendo o sangue de nossa mãe em forma de leite
Depois da galinha em forma de ovo e da vaca também em forma de leite, queijo e derivados
Romário disse que quando nasceu, Deus olhou pra ele e disse esse é o cara
Quando eu nasci o médico olhou e disse o que isso meu Deus?
Romário disse que o Pelé calado é um poeta
Mais poeta não fala e sim escreve
Não era melhor falar, o Pelé calado é um excelente locutor, peixe?
Para ver o capeta não precisa ir para o inferno
Mais para ver Deus precisa ser bom, morrer e ir para o céu
Então vá com Deus que o Demônio está te esperando
A noite silenciosa e soturna se alcama, mais logo sei que virá o amanhecer do dia
E a minha aginia será a mesma de sempre
Queria que minha vida se resumisse a apenas sentir o alívio
E não a sofrer, não queria preferir entre o calvário de viver e o triste final de morrer
Esse é um trecho do meu livro diário de um fóbico social
Existe cotas de 10% para negros na universidade e o mesmo para os deficientes físicos em empresas
Mais e nós portadores de distúrbios psiquiátricos como fobia social, distúrbio bipolar, síndrome do pânico?
Onde estamos? Bom pela sociedade e governantes somos vagabundos
Mais no dia da eleição obrigatória por sinal nos tornamos cidadões
È esse é o país que vivemos, governados por pessoas que querem encher o bolso
Agora o Gnomurso o poeta louco para de desafinar e declamar
Por enquanto o Teatro dos Gnomos irá fechar

Tiago Alves Pereira (13-02-2.002 á 13-02-2.010)


G98

Forasteiro

Todo vestido de preto
Eu sou o Cowboy do inferno
Tenho coração de metal
E calvago num cavalo de ferro
Minha espora é motossera
E minha arma te espera
Não adianta apontar a arma pra mim
Forasteiro do inferno não tem medo da morte

Hey Cowboy!!!! Calvague no fogo


Tiago Alves Pereira (13-05-10)

G97

Lendas amazônicas


Eu viajei até a Amazônia
Para descobrir todos os seus mistérios
E sabe o que eu vi?
Eu vi o ritual da Incabiadas
Parindo seus filhos nas pedras verdes
Vi bouína a cobra gigante
Afundar vários barcos de devorar tripulantes
Vi o boto jogar várias mulheres no rio
Vi a mãe d’agua levarem homens para as profundezas
Eu vi o Curupira de cabelo de fogo e pés invertidos
Você não acredita em mim? Você sabe quem Sou?
Sou o Gnomo pescador

Nas Lendas Amazônicas

Tiago Alves Pereira (13-05-10)